MEDITAÇÃO DA MULHER para segunda, 24 de junho
Pois vocês mesmos sabem perfeitamente que o dia do Senhor virá como ladrão à noite, [...] como as dores de parto à mulher grávida; e de modo nenhum escaparão. 1 Tessalonicenses 5:2, 3
Durante anos, verifiquei minha pressão sanguínea e a conservei controlada com medicamentos. Mas, na última semana de maio, quando a pulsação começou a diminuir, não me ocorreu que eu estava tendo um problema. Isso acontece com os outros, não comigo! Na quarta-feira, a pulsação era de 40 batidas por minuto, no momento em que verifiquei a pressão e o pulso. Fui cuidar das tarefas do dia no meu trabalho como voluntária, sentindo-me cansada. Na quinta-feira de manhã, a pulsação estava em 36, mas, como estava só começando minha terapia com água morna na Associação Cristã de Moços, não quis perder a segunda sessão, e ignorei o pulso. Após 45 minutos de exercícios leves eu estava cansada, naturalmente; mas, ao chegar em casa, verifiquei o pulso de novo. Estava em 32, e passei uma noite bem quietinha, querendo saber o que andava acontecendo.
Ao longo da noite, senti outros sintomas “esquisitos”. Quando me levantei, na sexta-feira, tanto a pressão como o pulso estavam baixos – para dizer a verdade, os batimentos eram 31 por minuto. Tive mais tontura e me senti tão fraca que me perguntei como chegaria à emergência, já que achei que não devia ir dirigindo. Foi então que liguei para minha avó, enfermeira, que mandou seu esposo me levar à emergência do hospital. Depois de raios X, eletrocardiograma e exames de sangue, os médicos me internaram na UTI. Fui preparada para uma cirurgia no mesmo dia, na sexta-feira, feriado de Finados. O cirurgião cardiologista inseriu um marca-passo e pernoitei num quarto ao lado da UTI.
Enquanto observava minha pulsação caindo, não me alarmei – até a sexta-feira. Na verdade, meu coração estava prestes a entregar os pontos! Em nossa caminhada com Jesus, vemos os sinais que Ele nos deu para nos prepararmos para a Sua chegada, os sinais que nos dizem que Sua vinda está muito próxima. Estamos simplesmente andando como de costume, sem perceber que nossa vida pode acabar logo? “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lucas 21:28, ARA).
Fico feliz ao relatar que minha pulsação se mantém firme em 60 por minuto, e que sinto minha força renovada. Envergonho-me por ter passado por esse brado de alerta, já que sou enfermeira aposentada, que devia ter reconhecido o que acontecia! Não cometamos o mesmo erro quanto à vinda de Jesus!
Bárbara Wyman

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